Inspirada nos pecados capitais, estou escrevendo algo sobre cada um deles; hoje, a inveja. Como não me encontrei nesse tema, meu eu-lírico se encontrou.
Resolvi fazer um soneto, o que exigiu um trabalho maior, e mais tempo me dedicando à esse post, à cada verso decassílabo, à cada palavra; simplesmente adorei passar um tempo escrevendo, e mais um pouco escolhendo a imagem ideal.
Então aí vai meu "Soneto da Inveja".
Soneto da Inveja
Ah! Quem me dera ser você - um pouco
Só para sentir aqueles braços nus
Para ter aquelas curvas, e também
Aquele doce rosto, belo amor.
Poder desfrutar de uma paixão
Que nunca terei: a que você tem.
Você, desprezivelmente feliz
Me olha com superioridade.
Você pode, você a tem; e eu
Submisso à ela, inferior
Posso sonhar, e invejar você.
Ah! Essa inveja há de me matar!
Mereço! Do jeito que o cobiço...
É... Não mereço nada além da morte.
Exagerada como toda boa romântica ^^
ResponderExcluirValeu mesmo Claudinha!
ResponderExcluirAdorei :DD
E obrigada;
Oi amor,
herança de Arthur Schopenhauer no pessimismo, e o exagero da minha pequena herança romântica :P (pequena?)
HSAIOSHAIOSHAI,
estranho como gosto disso. hihi
e obrigada também amor ;*