domingo, 28 de novembro de 2010

À uma velha conhecida...

Amada Mata Atlântica


Minha amata,
Por que foste assim tão rápido?
Quem ousou maltratar-te
e tirar de ti tudo de vivo e belo?
Minha amata,
o que resta de ti
são lembranças cartografadas
em livros de história,
e um pequeno borrão verde
contornando nossa pátria.
Oh, minha amata!
Por que não me esperastes
para desfrutar de tua riqueza e
devolver-te depois?
Eu prometo, minha amata,
que devolveria tudo que
de ti tirasse,
por que não me esperastes?





Em três minutos de inspiração construí esse poema; desconheço provável motivo. Inspiração veio e foi-se embora rápido, fico feliz em ter corrido para pegar papel e caneta.

Um comentário:

  1. Como já tinha dito, gostei do poema amor.

    E gostei ainda mais da foto comparativa =D
    Beijo minha lindaaa

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