"A vaidade é considerada o mais grave dos pecados capitais."
Tomada pela vaidade, quero atrair olhares, quero ser admirada, quero me admirar, quero olhar exclusivamente para mim, afinal, o que me dá prazer sou eu, somente a minha pessoa.
Ah, o narcisismo... Narcisismo que me permite sorrir, que faz meus olhos brilharem, e minha cabeça se erguer de orgulho, graças à tão belo sorriso.
Ah, que cabelos... Quando neles os raios do sol tocam são mais dourados que ouro, são mais vistosos que diamantes. São tão apaixonantes esses cabelos...
Quando movo minhas mãos, parecem duas plumas, são tão macias e leves que me fazem querer tocá-las, e brincar de dançar, apenas para ver tão belas mãos se movendo; Meu toque suave as leva para meu rosto, tão delicado e liso, fecho meus olhos e aprecio cada segundo de meu acariciar; Quando os abro, olho diretamente para eles, tão perfeitamente delineados e com uma cor que me lembra as abelhas do campo, que levam mel às colmeias, e me perco nas colmeias que são meus olhos.
Quando acordo desse maravilhoso e doce sonho, lambo os lábios, e lembro-me de tal perfeição que são meus lábios: sua simetria tão sensual, tão beijável, sua cor natural tão simples, mas tão chamativa; o seu gosto... Meu próprio gosto. É como se me beijasse e viajasse no gosto inexplicável que tenho.
Ah... O que seria da minha beleza se fechassem os olhos para mim?
Na verdade, o que seria da minha beleza se eu não a pudesse ver...
Tomada pela vaidade, quero atrair olhares, quero ser admirada, quero me admirar, quero olhar exclusivamente para mim, afinal, o que me dá prazer sou eu, somente a minha pessoa.
Ah, o narcisismo... Narcisismo que me permite sorrir, que faz meus olhos brilharem, e minha cabeça se erguer de orgulho, graças à tão belo sorriso.
Ah, que cabelos... Quando neles os raios do sol tocam são mais dourados que ouro, são mais vistosos que diamantes. São tão apaixonantes esses cabelos...
Quando movo minhas mãos, parecem duas plumas, são tão macias e leves que me fazem querer tocá-las, e brincar de dançar, apenas para ver tão belas mãos se movendo; Meu toque suave as leva para meu rosto, tão delicado e liso, fecho meus olhos e aprecio cada segundo de meu acariciar; Quando os abro, olho diretamente para eles, tão perfeitamente delineados e com uma cor que me lembra as abelhas do campo, que levam mel às colmeias, e me perco nas colmeias que são meus olhos.
Quando acordo desse maravilhoso e doce sonho, lambo os lábios, e lembro-me de tal perfeição que são meus lábios: sua simetria tão sensual, tão beijável, sua cor natural tão simples, mas tão chamativa; o seu gosto... Meu próprio gosto. É como se me beijasse e viajasse no gosto inexplicável que tenho.
Ah... O que seria da minha beleza se fechassem os olhos para mim?
Na verdade, o que seria da minha beleza se eu não a pudesse ver...
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